Contudo, quando os cientistas iniciaram uma análise detalhada das diversas espécies de olingos que existem por aí, eles perceberam que alguns dos animais examinados apresentavam características muito diferentes das dos demais espécimes, como pelagem mais longa e o crânio de menores dimensões.
A partir dessa curiosa descoberta, a equipe decidiu ir a campo — especificamente às florestas andinas do Equador — para verificar se essa nova espécie ainda podia ser encontrada na natureza. E, efetivamente — e felizmente também —, os pesquisadores encontraram alguns grupos, observando que esses animais se alimentam principalmente de frutas, tendem a permanecer grande parte do tempo nas árvores e são criaturas de hábitos noturnos.
Apesar das descobertas, os pesquisadores admitem que sabem muito pouco sobre o Olinguito, e que existem muitas questões que precisam ser respondidas sobre esses animais. Ainda não se sabe, por exemplo, em quantos países esse bichinhos podem ser encontrados, nem como garantir a sua preservação. O mapa abaixo mostra as áreas — marcadas com pontos em preto — nas quais a ocorrência do novo mamífero foi confirmada.









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